- inserções, omissões e/ou substituições de letras;
- troca de letras (ra/ar; sa/as; na/an; la/al)
- leitura lenta e silábica;
- palavras escritas separadamente;
- confusões com letras, cujo som é semelhante (p/b; p/q; p/g, etc);
- caligrafia descuidada;
- dificuldade em pegar no lápis, entre outras.
A PsΨ dos nossos dias
A Psicologia é, ainda, para muitos uma ciência oculta. Há quem desconheça a sua validade, utilidade e a reduza à ideia de loucura. Aliás, está na extremidade dos polos: uns banalizam-na ao desabafo, outros elevam-na à incompreensibilidade. No entanto, a Psicologia está no meio de nós, em cada interação connosco e com os outros. Oferece-nos a mais-valia do autoconhecimento, da compreensão do comportamento e torna-nos mais empáticos e compassivos. Aqui ficam diversos conceitos práticos e simples.
quinta-feira, 8 de abril de 2021
Dislexia
terça-feira, 6 de abril de 2021
Comportamento infantil
A parentalidade acarreta inúmeros desafios, alguns deles relacionados com o comportamento. As crianças funcionam um pouco como os bolos, precisam de uma forma para crescer devidamente. A forma das crianças são as regras, as rotinas e os limites para que cresçam com consistência e para que se sintam protegidas. Porém, nem sempre é fácil para os pais encontrar tempo e organização, entre a agitação e preocupações do dia-a-dia, para fazer cumprir tudo em conformidade. Por vezes, lá aparece uma birra à qual se acaba por ceder ou uma discussão que acaba com umas palmadas. Ao longo do cansaço, vão-se criando hábitos menos adequados e que serão difíceis de perder. Portanto, com o intuito de colaborar com os pais numa melhor gestão do comportamento, seguem-se algumas dicas.
Atitudes que podem causar e/ou manter o comportamento inadequado:
→ Desautorização entre pais;
→ Inconsistência;
→ Ameaçar e não cumprir;
→ Punição física;
→ Esquecer de reforçar o comportamento adequado;
→ Esquecer de punir o comportamento inadequado;
O que fazer?
→ Identificar comportamento a eliminar (muitas vezes, pede-se à criança que não “se porte mal”, no entanto é preciso ser mais específico e explicar qual é o comportamento que não deve ter);
→ Definir os comportamentos a adoptar (especificar o que se pretende que a criança faça);
→ Definir recompensas, em conjunto com a criança (as recompensas não precisam, nem devem ser bens materiais);
→ Ignorar ativamente as birras: evitar, sempre, entrar em discussões. Quando a criança se está a comportar de forma inadequada ou não está a cumprir com o estabelecido, deve-se alertar, num tom tranquilo, e explicar como se deve comportar; caso a criança ignore o aviso, informa-se que terá um ponto negativo.
Segue-se uma tabela de exemplo (podem acrescentar outros comportamentos e construir a tabela juntamente com a criança, decorando-a a seu gosto):
Atenção e concentração
Atualmente, fala-se muito da falta de concentração nas crianças e do impacto dessa falta no seu desempenho escolar. Sabe-se que, as crianças não têm a mesma capacidade de concentração que os adultos porque o cérebro ainda não está totalmente desenvolvido. Em contrapartida, a concentração funciona como um músculo, portanto pode ser exercitada para ficar mais forte.
Causas para a falta de concentração:
→ Emocionais: preocupações com situações familiares/escolares; ansiedade; tristeza; desmotivação;
→ Pouco descanso ou sono;
→ Fome ou alimentação desequilibrada;
→ Dor física;
→ Medicação: alguns medicamentos causam sonolência;
→ Ambiente de trabalho/estudo: espaços com muitos distractores ou pouco iluminados;
Possíveis soluções:
→ Valorizar os comportamentos positivos;
→ Dedicar mais tempo às tarefas e definir mais intervalos;
→ Reduzir o uso da tecnologia: o recurso é tecnologia é útil e pedagógico, mas deve ser limitado. Os estímulos visuais constantes da televisão/telemóvel/computador/tablet sobrecarregam e invadem a atividade cerebral, tornando-se difícil “desligar” quando é preciso focar noutras tarefas;
→ Praticar exercício físico: correr, praticar desporto, passear na natureza;
→ Manter hábitos de alimentação saudáveis e um horário de sono de 8/9h;
→ Exercícios de estimulação e jogos didáticos;
Exercícios de estimulação:
Nem sempre há tempo para brincar, portanto é útil recorrer às tarefas do dia-a-dia para treinar algumas competências: pôr a mesa, arrumar o quarto e desafiar a criança organizar os bonecos/brinquedos por tamanhos ou cores; arrumar os livros por ordem alfabética; ajudar a fazer um bolo seguindo os passos da receita, etc.
Nos tempos livres, existem inúmeras brincadeiras e atividades estimulantes:
→ Puzzles (adequados à idade);
→ Sopas de letras;
→ Palavras cruzadas;
→ Jogos de memória;
→ Damas;
→ Dominó;
→ Ouvir música e memorizar a letra;
→ Desenhar;
→ Jogos de diferenças;
→ Labirintos;
Dislexia
A dislexia é uma Perturbação da Aprendizagem Específica, provocada por uma disfunção neurológica e nada tem a ver com baixa inteligênci...
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