As crianças ou adultos disléxicos podem também ter algum défice de atenção e/ou descoordenação motora, mas nem sempre.
Dada a Dificuldade acrescida, as crianças com dislexia tendem a desinteressar-se pela escola, sentem-se inseguras e envergonhadas perante o fracasso. Muitas vezes, recusam fazer as tarefas para evitar o possível fracasso, o que é, habitualmente, interpretado como um comportamento de oposição ou de desobediência.(mais informações em https://www.dislex.co.pt/)
Como identificar o problema e o que fazer?
Os(as) professores(as) costumam ser os(as) primeiros(as) a identificar o problema, através da leitura e da escrita notam:
- inserções, omissões e/ou substituições de letras;
- troca de letras (ra/ar; sa/as; na/an; la/al)
- leitura lenta e silábica;
- palavras escritas separadamente;
- confusões com letras, cujo som é semelhante (p/b; p/q; p/g, etc);
- caligrafia descuidada;
- dificuldade em pegar no lápis, entre outras.
Na escola, as crianças disléxicas deverão ter mais tempo para terminar as tarefas; leitura de prova; sempre que possível, a oportunidade de responder oralmente e não esquecer o reforço positivo.
Em casa, podem aproveitar as rotinas do dia-a-dia para estimular a aprendizagem: ler os rótulos das compras; pedir para ler a receita, enquanto cozinham; identificar os sons da rua ou dos animais (o carro diz rrr; a abelha diz zzz; a vaca diz mmm; a cobra diz sss). E claro, a exploração de histórias é sempre uma boa prática.
O treino e a repetição são a chave do sucesso!




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